segunda-feira, 13 de maio de 2013

Aracaju: como tudo começou!

Quando a pequena São Cristóvão não mais oferecia possibilidades para continuar a ser a sede da Província de Sergipe Del Rey, devido à necessidade de um porto que oferecesse as condições de escoamento da produção açucareira do Vale do Contiguiba, região de maior produção de açúcar. O Barão de Maruim e o então presidente da Província, Inácio Joaquim Barbosa, iniciaram o processo de transferência da capital marcado por forte caráter político e econômico que culminaram com a fundação de Aracaju em 17 de Março de 1855, em uma localidade conhecida por Arraial de Santo Antônio do Aracaju. 

Essa é a versão “oficial” da fundação de Aracaju, se for possível rotular a história. Independente das interpretações ou tentativas de reconstrução daquele momento, o certo é que, Inácio Barbosa e o Barão de Maruim não tinham idéia que um dia a cidade recém fundada, em um terreno pantanoso e infestada pela cólera, tornar-se-ia uma das mais belas capitais brasileiras. 

Do alto da Colina do Santo Antônio, às margens do Rio Sergipe a cidade começou a crescer e após 158 anos, vislumbra novos horizontes. Banhada por rios e pelo oceano Atlântico, Aracaju oferece sombra e água fresca. Seguindo a tradição nordestina de atrair turistas graças aos encantos do litoral, a cidade ainda dispõe de uma  orla estruturada, considerada uma das melhores do Brasil, com opções de quadras poliesportivas, pista de Kart, quadra de tênis, diversidade de serviços gastronômicos, oceanário, centro de artesanato e praça de eventos que abrigam inúmeras atrações em períodos diferentes do ano. 

Colina de Santo Antônio

A história e cultura sergipana também ganha lugar de destaque por meio dos museus da cidade. No museu Palácio Fausto Cardoso, é possível fazer uma viagem no tempo, além de manter contato com a história política sergipana. Já no Museu da Gente Sergipana, o cotidiano do povo e as mais legítimas manifestações da cultura são vislumbrados de maneira interativa e envolvente. A ligação entre o resgate histórico presente em uma arquitetura restaurada e a modernidade disponibilizada da uma maior interação entre exposição e visitante, contribuem para que o Museu seja referência nacional. Pensa que acaba por aqui? Basta fazer uma rápida visita ao centro histórico e aos Mercados, onde a cada lugar percorrido as cores, sabores e odores (cheiros) sergipanos serão sentidos. 

Aracaju também oferece opções ao público de concertos e peças teatrais, que figuram em cartaz nos teatros: Lourival Baptista, Atheneu e Tobias Barreto. Sendo os dois últimos possuidores de condições técnicas encontradas nas melhores “casas” do país e assim, garantem em seus palcos apresentações nacionais e internacionais. Logo ao lado do Teatro Tobias Barreto, há o Centro de Convenções de Sergipe, local amplo e possuidor de auditórios que abrigam ao longo de todo o ano eventos que podem ir de formaturas a simpósios, feiras e exposições internacionais nas mais diversas temáticas. Aliado a essa estrutura, cadeias de hotéis de bandeira internacional também são encontradas na cidade, aumentando a confiança e dando credibilidade aos turistas que visitam a capital sergipana. 

Se não fossem suficientes as inúmeras opções encontradas em Aracaju, a praticidade e rapidez nos deslocamentos que o porte da cidade ainda oferece seriam motivos mais que atrativos e convidativos aos turistas e visitantes que chegam por aqui. 

Arcos da Orla de Atalaia.







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